Como dizem: artista é tudo doido. Até acredito nessa afirmação, mas prefiro viver na minha loucura colorida a viver nos tons acinzentados do cotidiano dos "normais".
Nas peças que nascem da minha insanidade estabeleço uma relação de amor, crio um elo, histórias, catuco minhas memórias, interajo com o momento e as lembranças.
Minhas criações partem desse diálogo, dessa relação amorosa entre o criador (eu) e a criatura.
E é nessa insanidade colorida que realizo meus sonhos, que me encontro como ser único e insubstituível.
Vivo na paixão absoluta pela arte e dela tiro minha expressão de vida.

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